sábado, 23 de julho de 2011

Compartilhando experiências...



Osae-Waza ( técnicas de imobilização )

“Como um ramo vergado pelo vento.”
Por T. Ishihama
(disponível em http://www.niagara.com/~zain/html/daitoryu.htm)
Traduzido por Anderson.
Há uma antiga citação atribuída a um professor chamado Hiraemon Urabe, que ensinou no distrito de Kamizato Kamigawa, no início do período Edo (Séc. XVII), que diz o seguinte:
“Todas as técnicas de imobilização devem ser interpretadas como um galho de uma árvore vergado pelo vento.”
Por mais enigmático que possa soar, quanto mais nós treinamos hoje, mais entendemos o que aquele professor queria dizer. Mas não de primeira...
Ainda lembramos o quão esquisitas muitas das técnicas básicas pareciam quando primeiramente fomos apresentados as elas. Nossas mãos se emaranhavam no que nos pareciam manobras desajeitadas e nossa impressão inicial era algo como: “Nunca faria isso em uma situação real”. Mesmo assim nós continuávamos as repetindo na esperança de que logo aprenderíamos algo menos intrincado e mais prático. Apenas o nosso profundo respeito por nosso professor e o conhecimento de que uma “crítica técnica” seria considerado quase como um insulto ou um desafio nos impedia de tecer comentários desfavoráveis. No entanto, era isso que nos passava pela cabeça.
Enquanto esfolávamos nossos pulsos, rasgávamos nossos uniformes e pelejávamos para ignorar a dor dos vários hematomas, nós ponderávamos sobre o valor dos nossos esforços. Eu, ao contrário da maioria dos meus colegas de classe mais antigos, não descendia de família samurai. Ao que eu saiba, a única tradição antiga em nossa família era a arte de fabricar e vender armações de kotatsu (n.t. mesa de centro baixa com aquecimento para as pernas e pés dos que se sentam à volta e uma manta montada nas laterais para impedir a fuga do calor), o que dificilmente poderia ser chamado de tradição marcial. Assim, o meu “orgulho marcial” teve que ser construído desde o início. Minha admissão no Dojô fora facilitada (moral e financeiramente) por meu tio materno, que fora um adepto da esgrima por toda sua vida. Para não decepcioná-lo eu tinha que perseverar. Ainda mais que pertencer a um dojô humilde e obscuro não me dava o incentivo adicional de praticar alguma arte popular ou ser parte de alguma organização de grande visibilidade na mídia. Basicamente o suor desprendido e o sangue derramado (bastante do primeiro e, na verdade, muito pouco do segundo, para ser honesto) era valorizado apenas por mim e não havia nenhum sinal admiração pelo sacrifício nos olhos de meus colegas.
O que tudo isso teria a ver com osae-waza, vocês poderiam perguntar?
Bem, muita coisa, na verdade, pois a minha atitude em relação à técnica acabava sendo mais ritualística do que espiritual, mais mecânica do que instintiva. Daquilo que me era apresentado, eu aproveitava uma parte e descartava outras arbitrariamente. Eu ouvia, sem dar muita atenção, às breves explanações que eram fornecidas e aí repetia e repetia as técnicas, convencido de que meu parceiro caía apenas por estar sendo cooperativo ao mesmo tempo em que duvidava que ele, por sua vez, pudesse me subjulgar daquele modo e de que teria, provavelmente, que arrancar-lhe a orelha “a dentadas” para conseguir dominá-lo de verdade.
Então, como tão freqüentemente ocorre no treinamento de Budô, ocorreu algo que subitamente fez brilhar uma luz intensa onde antes só havia penumbra... em dois passos!
Enquanto aplicava uma técnica que terminava com uma imobilização, aplicando pressão a dois pontos diferentes do braço do meu parceiro, nosso professor ficou agitado e me chamou a atenção duramente.
Ele sacudiu a cabeça e veio até nós dizendo “Não, não. Essa maneira de executar a técnica é completamente inútil. Você não está fazendo nada porque não está enxergando nada. Seu oponente está livre. Desse jeito a sua técnica não está servindo para nada!”.
“Minha técnica?!”, eu pensei, “Estou apenas executando o que você nos ensinou! E meu oponente não está livre coisa nenhuma! Se estivesse, porque estaria batendo no tatame?”
Imediatamente, como se estivesse respondendo ao que passava pela cabeça, ele citou sobre enxergar cada imobilização como um galho vergado pelo vento. “Você consegue adivinhar quando o vento vai parar e o galho vai voltar à posição inicial?” ele perguntou. “Você deve manter em mente que isso pode acontecer. Você está apenas aplicado a imobilização e depois está tudo acabado na sua cabeça. Você não consegue enxergar além. Desse jeito não vale nada!”.
Não pude argumentar com o velho. Não sou muito versado em símbolos filosóficos, mas eu não estava mesmo tentando entender. No fim das contas, eu não pensava em aplicar qualquer coisa do treinamento em nada que fosse remotamente prático, assim eu não estava muito receptivo a muito do estava sendo dito, além do “faça desse jeito” e “faça daquele jeito”.
Apesar disso a frase ficou martelando na minha cabeça por alguma razão. Esse foi o primeiro passo.
O segundo passo ocorreu no hospital onde eu trabalhava, quando um dos pacientes ficou agressivo e nós fomos chamados para ajudar. Eu era o que estava mais perto dele, daí eu tentei agarrá-lo. Ele reagiu mal e tentou me atingir e eu acabei me vendo aplicar uma das nossas técnicas “desajeitadas” para levá-lo para baixo com o mínimo de dano.
E funcionou!
Melhor ainda, eu o tinha completamente imobilizado no solo! No entanto, algo faiscou na minha mente enquanto eu fazia isso. Não consigo me lembrar se eu o senti tentando reagir primeiro e depois pensei nisso. Ou se eu estava pensando na frase quando ele começou a revidar. Mas o fato é que ele não bateu no piso se rendendo e continuou ali. Ele se retorceu e lutou debaixo da minha imobilização, e tentou, do jeito que pôde, usar o resto de seus membros para me atingir...
O galho estava voltando à posição inicial!
E eu não simplesmente desliguei minha atenção quando eu apliquei a primeira imobilização. Houve alguma instintiva continuidade que não foi resultado de nenhum pensamento lógico e nem mesmo uma escolha consciente da minha parte. Não posso realmente dizer o que aconteceu em detalhes, mas eu apliquei uma segunda imobilização, uma mais complexa. Uma daquelas que eu estava certo de que nunca usaria. E essa também funcionou e deu tempo ao resto da equipe vir em meu auxílio.
Eu não tive absolutamente a mínima necessidade de morder a orelha de ninguém. Também não fui louvado como herói (ter que controlar pacientes não era uma ocorrência rara naquele hospital, e outros na equipe eram muito mais experientes e eficientes nisso do que eu). Não fui elogiado por ninguém e coisa toda durou apenas alguns segundos, apesar de, na minha mente de novato ter tido proporções épicas. Mas o valor do momento foi que eu finalmente entendera.
Eu tinha ouvido o termo zanshin ser repetido durante as aulas, mas nunca tinha realmente levado a sério. Agora eu tenho uma intuição disso aplicada às técnicas de imobilização. Como iniciante, toda a realidade do meu treino se condensou em um ponto e nada mais pareceu tão absurdo, tão sem-sentido ou tão arcaico novamente.
É claro que não foi nenhuma experiência de proporções épicas. Outros têm tido experiências de iluminação em situações de vida ou morte e chegaram à essência de suas respectivas artes assim como alguém que subitamente ouve o barulho do trovão logo após ter percebido o lampejo do raio à distância. Essa deve ser uma experiência gloriosa.
Mas, mesmo assim, isso abriu os meus olhos e, melhor ainda, abriu meu coração. Na minha aula seguinte, senti-me como se entrasse no Dojô pela primeira vez. O Dojô era o mesmo, assim como as técnicas. Era eu que estava diferente.
Ainda aprecio bastante essa lição, modesta como ela possa parecer aos ouvidos de outros.
Não há, na verdade, um ponto definido onde a técnica acaba, mesmo que pareçamos estar no controle. Uma lição simples, mas valiosa. Enquanto treinamos, devemos lembrar dela.
Hoje, eu treino com um espírito diferente. Não porque eu tenha envelhecido ou me tornado mais sábio, já que eu ainda corto meus dedos fatiando peixe (o que quer dizer que é muito mais seguro eu estar empunhado uma espada do que uma faca de sashimi) e ainda esqueço onde larguei meus óculos mesmo estando com eles assentados sobre minha cabeça, mas porque eu aprendi a apreciar aquilo que eu faço, aquilo que recebi de nossa escola. Tiro meu chapéu para o nosso professor por não ter perdido a paciência com um idiota como eu. Fico envergonhado quando penso sobre quantas vezes ele teve que repetir o mesmo conselho e em quanto tempo ele perdeu tentando me ensinar.
Hoje eu aplico aquele velho ditado a tudo na minha vida. Para estar preparado para tudo, pois não há garantias.
O vento pode cessar subitamente e o galho pode se endireitar a qualquer momento.
Sabendo disso e se preparando para isso sem ansiedade é também parte do treinamento. Controle absoluto é apenas uma ilusão temporária.
Nós tiramos vantagem do controle por um momento, mas no instante em que nos tornamos tão iludidos que o tomamos por certo e garantido, nós o perdemos. Na verdade, aprendo um pouco mais sobre isso a cada vez que praticamos osae-waza, e estou certo que de isso vale para todos.
Ainda não entendi tudo sobre isso, mas, felizmente, ainda há tempo... ou, quem sabe...

domingo, 26 de junho de 2011

DOJOS DE AIKIDO NO RIO DE JANEIRO

Quer encontrar um dojo de Aikido perto de você na cidade do Rio de Janeiro e em Niterói?
Abaixo, uma lista dos dojos existentes com seus professores responsáveis e informações de contato!

Pedimos que, caso as informações tenham mudado, nos ajudem a atualizá-las!
Arigato!

Rio de Janeiro:

Academia Central
Rua Cosme Velho, 60
Cosme Velho, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 3286-7304
Professor Responsável: Ricardo Lima, Tato Taborda
Filiações: Aikikai, Grupo Shikanai

Academia da Faepol
Rua Marques de Pombal, 150
Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2288-0653
Professor Responsável: Márcio Fontes
Filiações: Aikikai, Confederação Brazil Aikikai

Academia Do Nelson
Rua Haddock Lobo, 227
Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2569-3222
Professor Responsável: Nelson de Miranda
Filiações: Aikikai, Grupo Shikanai

Academia Forum Exere
Rua Uruguai, 162
Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2268-7225
Professor Responsável: Jo Tada
Filiações: Liga de Shodokan Aikido do Estado do Rio de Janeiro

Academia Nissei
Rua Cardoso Júnior, 16
Laranjeiras, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2558-1088
Professor Responsável: Pedro Paulo
Filiações: Aikikai, Grupo Shikanai

Academia Physical Club
Rua Jaceguay, 50
Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2254-4251 / 2284-2781
Professor Responsável: Alexandre Salim
Filiações: Aikikai, FEBRAI

AMMA Dojo
Rua Visconde de Inhaúma, 134 sl. 225
Centro, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 9694-8069
Professor Responsável: Alvaro Carvalhaes
Filiações: Aikikai, Nippon Kan, Federação Francesa de Aikido

Arashi Dojo
Rua das Plameiras, 46 (Colégio Princesa Isabel)
Botafogo, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21)
Professor Responsável: Jun Igarashi
Filiações: Shodokan / LISAERJ

ARSA - Rio
Academia Pro Trainer Club
Rua Uruguai, 476
Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2572-4436
Professor Responsável:
Filiações: Shodokan

Associação Atlética Vila Isabel
Avenida 28 de Setembro, 160
Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2288-0653
Professor Responsável: Márcio Fontes
Filiações: Aikikai, Confederação Brazil Aikikai

ABM - Associação Bosque Marapendi
Av. Afonso Arinos de Melo Franco, 393
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 9111-3789 / (21)9601-3368
Professor Responsável: Marco Antonio Barcellos e Marcelo Knoff
Filiações: Aikikai , Dojos Shikanai

Associação Nikkei do Rio de Janeiro
Rua Cosme Velho, 1166
Cosme Velho, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2855-6901
Professor Responsável: Toshio Ikeda
Filiações: Aikikai, Confederação Brazil Aikikai

Botafogo Dojo
Rua São Clemente, 155 - Fundos
Botafogo, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 9215-7917 / 8768-8682
Professor Responsável: Ricardo Martins
Filiações: Aikikai

Centro de Treinamentos Artes Marciais
Rua 24 de Maio, 1321
Méier, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21)
Professor Responsável: Alvaro
Filiações: Yamabushi Aikido

Círculo de Aikido
Academia Shoto-kan
Rua Visconde de Pirajá, 585 sobreloja
Ipanema, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2259-4847
Professor Responsável: Luís Antônio Gentil
Filiações: Aikikai

Clube Militar - Sede Desportiva da Lagoa
Rua Jardim Botânico, 391
Jardim Botânico, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2527-4214
Professor Responsável: José Ortega
Filiações: Aikikai, Grupo Shikanai

Dojo Guanumbi
Estrada do Guanumbi, 501
Freguesia de Jacarepagua, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 7831-6715
Professor Responsável: Luiz Peixoto de Siqueira Filho
Filiações: Aikikai, Confederação Brazil Aikikai

Fit Factory
Rua das Palmeiras, 66
Botafogo, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21)
Professor Responsável: Ricardo Martins
Filiações: Kojira Jyuko Kanie Dojos

Freguesia Dojo
Estrada dos Três Rios, 607
Freguesia / Jacarepagua, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 9215-7917 / 8768-8682
Professor Responsável: Ricardo Martins
Filiações: Kojira Jyuko Kanie Dojos

Ganseki Dojo
Rua Jurupari, 18
Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2578-4994
Professor Responsável: Walter Amorim
Filiações: Aikikai, União Sul Americana de Aikido

Goshin Aikido Renmei
Companhia Athletica
Avenida das Américas 5000, L 112 e 113, New York City Center - Barrashopping
Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2578-4994
Professor Responsável: Roberto Pereira Chrysóstomo
Filiações: Japan Aikido Association

Hikari Dojo
Rua Sorocaba, 258
Botafogo, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2262-3807
Professor Responsável: Sérgio Rabello
Filiações: Aikikai, Confederação Brazil Aikikai

Kitoji Dojo
Rua José Roberto, 88
Higienópolis, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 3836-2119 / 8860-6075
Professor Responsável: Marco Aurélio Costa
Filiações: Aikikai, Confederação Brazil Aikikai

Lúmini Espaço Art
Rua Almirante Ary Rongel,521
Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2437-7789
Site: http://aikidorio.com.br
Professor Responsável: Márcia Araújo do Carmo
Filiações: Aikikai, Confederação Brazil Aikikai

Nagare Dojo
Rua Mário Pigaribe, 26
Lins de Vasconcelos, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 3296-2888
Professor Responsável: Márcio Teixeira
Filiações: Aikikai, Nippon Kan, Federação Francesa de Aikido

Organização Alberto Ferreira - Centro de Artes Marciais
Rua 24 de Maio, 1321
Méier, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 3685-5876
Professor Responsável: Alberto Ferreira
Filiações: Aikikai, Grupo Shikanai

Organização Alberto Ferreira
Associação dos Empregados do Comércio
Av. Rio Branco , 120 - 2º andar
Centro, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2508-6213
Professor Responsável: Alberto Ferreira
Filiações: Aikikai, Grupo Shikanai

União de Artes Marciais
Novo Rio Country Clube
Av. Américas km 17,5
Recreio dos Bandeirantes, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 9111-3789
Professor Responsável: Marco Antonio Barcellos
Filiações: Aikikai, Grupo Shikanai

Yamato Dojo
Avenida Princesa Isabel 150, 5° andar
Copacabana, Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2179-9814
Professor Responsável: Mauro Salgueiro
Filiações: Aikikai, Confederação Brazil Aikikai


Associação Nikkei do Rio de Janeiro
Rua Cosme Velho, 1166

Cosme Velho, Rio de Janeiro - RJ
http://www.nikkeirj.com.br/ 
Fone: (21) 2556-9010, (21)9635-7988
Professor Responsável: Claudio Lourenço
Filiações: Instituto Maruyama



Teresópolis

DAIKI DOJO
Telefone (21) 4042-8969
Endereço Av. Delfim Moreira 103 2º Andar
Bairro Varzea
CEP 25953-230
Email: daiki-dojo@uol.com.br
Website: daiki-dojo.zip.net
Instrutor Responsável: Marcos Alvaredo - shodan
Horarios de Funcionamento: Todo sábado das 9:00 às 12:00
Obs. O instrutor Marcos Alvaredo é praticante de Aikido há 20 anos e é o diretor de comunicações do Circulo de Aikido Leoni entidade que congrega os dojos subordinados ao mestre Luc Leoni..

Niterói:

Academia Aizen Niterói
Rua Lopes Trovão 117 - sobreloja
Icaraí, Niterói - RJ
Fone: (21) 2710-2319
Professor Responsável: Antonio Viana Araújo
Filiações: Aikikai, Grupo Shikanai

Academia Marzullo
Rua Sete de Setembro, 81
Icaraí, Niterói - RJ
Fone: (21) 2714-4553
Professor Responsável: Gustavo Vidal
Filiações: Aikikai, Aikido Alberto Ferreira, Grupo Shikanai

Aikido Iwama
Master
Rua João Brasil, 186
Fonseca, Niterói - RJ
Fone: (21) 2625-1827
Professor Responsável: Alexandre Costa
Filiações: Iwama

Dojo Hajime Satori
Colégio Miraflores
Rua Otávio Kelly, 474
Icaraí, Niterói - RJ
Fone: (21) 2710-8189 / 8810-4323
Professor Responsável: Erika Mendonça
Filiações: Aikikai, Grupo Shikanai

Escola Meirelles de Aikido
Rua Santa Rosa, 207
Santa Rosa, Niterói - RJ
Fone: (21) 2715-9400
Professor Responsável: Sílvio Meirelles
Filiações: Aikikai, FEPAI

Seigan Dojo
Rua Dr. Paulo Cesar, 164 sala 201
Icaraí, Niterói - RJ
Fone: (21) 8712-4493
Professor Responsável: Carlos Cirto
Filiações: Aikikai, Confederação Brasil Aikikai

Shobu Aiki Dojo
Rua Visconde do Rio Branco, 701 (Clube Canto do Rio)
Centro, Niterói - RJ
Fone: (21) 9174-6566 / (21) 9955-4960
http://www.shobuaikiniteroi.com
Professor Responsável: Geraldo Luiz Garcia
Filiações: Aikikai, Confederação Brasil Aikikai

Aikido  Kohira Juku Kanie Dojo
Sensei Rene Bittencourt (Sandan)
Aikidô Tradicional, Jodô e Iaidô.
Kohirajuku Kanie Niterói
Centro Esportivo e Cultural La Salle
Rua Dr. Paulo César nº 107sala 112
Niterói - RJ. Tel.: 8700-1525
Supervisão - Yamada Yoshikazu Sensei
Shihan 7º Dan do Aichi Ken Aikido Renmei

Para encontrar Dojos em outros Estados do Brasil, favor acessar:
http://www.aikidobr.com.br/dojos/

sábado, 25 de junho de 2011

Seminário com Alexandre Bull em Niterói

Nos dias 10 e 11 de junho, tive o prazer de conhecer e treinar com Alexandre Bull, 4º Dan do Instituto Takemussu. Além de ser uma pessoa extremamente simples e gentil, Alexandre possui uma indiscutível técnica, fruto de seus nada mais, nada menos, 25 anos de treino. Vigorosa energia, extrema rapidez, inteligência marcial e postura impecável... Esses são os atributos que tornam Alexandre um exemplo de Aikidoca. É sempre muito bom , poder aprender com nossos companheiros dessa linda jornada chamada Aikido!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Clipe Dojo Guanumbi 2011


Não teria como deixar de prestigiar um amante tão dedicado da arte! Nós do Hajime Satori Dojo, desejamos ao Sensei Luiz Peixoto , responsável pelo Dojo Guanumbi, uma estrada plena de muito sucesso, harmonia e realização!

domingo, 19 de dezembro de 2010

Mais um ano que se passou...


Ao fim de mais um treino de final de ano, todos exaustos, mas com o forte sentimento de que mais um ano se passou, repleto de incessantes buscas... ; pela evolução na técnica e no espírito, pelo compartilhar do saber e da solidariedade; pela concretização de cada mínima vitória em cada progresso obtido com tanto esforço e humildade. O sentimento de que o dever foi cumprido, de que o esforço foi máximo e de que mesmo faltando tanto para a perfeição ( ideal utópico de cada ser humano), existe a satisfação merecida pelo tanto que já foi trilhado. Ao olhar para trás, lembramos o quanto se sofreu e se persistiu... do primeiro rolamento ao exame para shodan... Essa é a jornada do Aikido! Luta, humildade e realização interior!!!!
Que venha mais um ano!!!!! Com desafios, percalços necessários à evolução e ao progresso infindo enquanto se vive!
Domo arigato gozaimashita!

domingo, 28 de novembro de 2010

Treino com Sensei Shikanai


Em mais uma oportunidade única, realizou-se nessa sexta feira, dia 26 de novembro de 2010, um treino especial com Sensei Shikanai, 7º dan de Aikido.
Sensei, um incansável estudioso da arte, mostrou-nos além de seu profundo conhecimento e técnica inegável, o valor da simplicidade no Aikido.
O movimento eficiente é simples e ausente de força.
A complexidade não combina com a essência do Aikido. O homem é quem distorce o caminho da técnica.
Sensei nos mostrou em todos os movimentos , como é fácil fugir do caminho simples, tornando o Aikido tão difícil e desafiador.
É um trabalho mental e psicológico. Temos que aceitar a ausência de força como o início da simplicidade e da eficiência.
Sensei também nos chamou a atenção para que o Aikido seja cada vez mais divulgado, seja entre amigos, na nossa rua, cidade , estado e daí por diante.
Algo bom , que busca progresso, evolução e espiritualidade, deve ser compartilhado.
Uma experiência, como sempre, única!
Domo!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O significado da etiqueta no Dojo


A etiqueta marcial não é meramente um amontoado de gestos repetidos sem função aparente. Todo ritual feito no Dojo, seja uma simples reverência antes da prática, seja o cumprimento ao Kamiza, possui um sentido maior : o de incentivar o desencadeamento da humildade no praticante. Tantos pequenos gestos na prática do Aikido, dentro do Dojo, força-nos a, paulatinamente, suplantarmos as mesquinharias do ego, para que fortaleçamos nosso caráter com mais justiça e retidão.
O Aikido é aplicado tanto no Dojo, quanto na vida, pois os pequenos desafios aos quais somos obrigados a vencer no tatame, refletem-se a posteriori, no nosso caráter, moldando positivamente nossa personalidade.
As inúmeras vezes em que somos corrigidos por nosso Sensei, as incontáveis vezes em que erramos, mesmo acreditando-se que desta vez, finalmente acertamos a técnica, nossos deslizes no dojo, frutos de uma educação ocidental privada da rígida retidão japonesa, tudo isso, representa as arestas que com os anos de prática, vamos lapidando, aparando, até que consigamos nos tornar, não só bons praticantes, mas também, pessoas melhores.
Pessoas que aprenderam a ouvir, aprenderam a compreender uma crítica e mais do que tudo, descobriram o valor do respeito, da disciplina e da humildade.
O Aikido, em todo o seu contexto marcial, filosófico e disciplinar, torna-nos pessoas mais fortes, que não se abalam facilmente perante os revezes da vida, as contrariedades do cotidiano e os percalços que muitas vezes nós mesmos criamos.
Temos assim, um grande desafio a superar : Mais uma vez: Nós mesmos!
Conscientizarmo-nos que abaixar a cabeça não necessariamente significa sermos subservientes; que quanto antes admitirmos nossos erros, mais rapidamente encontraremos o caminho do acerto; por fim, que toda e qualquer pessoa, na mais despretensiosa ocasião, pode ter algo a nos ensinar.
Portanto: Não revide! Aceite, adapte-se, saiba extrair a sabedoria ali camuflada e incorpore-a ao seu espírito.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

VISITA AO AMMA DOJO




No último dia 24 de agosto, tive o imenso prazer de ser convidada para ministrar um treino no AMMA Dojo, do Sensei Alvaro Carvalhaes, do grupo do Sensei Luc Leone.
Foi uma honra para mim, passar o pouco que eu sei, para um grupo tão especial quanto o grupo do Sensei Alvaro. É realmente um privilégio quando podemos compartilhar momentos especiais com pessoas especiais.
Somente o Aikido propicia isso: união, em busca de harmonia e progresso espiritual.
Só posso agradecer de coração a oportunidade única de vivenciar de forma plena, o AIkido: Conseguimos nessa noite unir a harmonia, a energia e o amor nesse lindo caminho chamado Aikido.
Domo arigato gozaimashita!